A doença de Parkinson é uma doença progressiva, que atinge cerca de 250 mil brasileiros (é a segunda doença degenerativa mais prevalente do mundo). Os sintomas geralmente começam a partir dos 50 anos de forma sutil e com o tempo vão se tornando mais evidentes.
O diagnóstico é realizado por um médico e tipicamente se dá pela avaliação física e da história do paciente.
Embora a Doença de Parkinson seja de caráter degenerativo, a intervenção fisioterapêutica torna-se de suma importância para amenizar e conduzir o paciente a um quadro de melhora do estado físico, principalmente por reduzir as limitações funcionais causadas pela rigidez, lentidão dos movimentos e alterações posturais, sejam elas relacionadas à coordenação, equilíbrio e marcha, como também às alterações respiratórias e de resistência física geral. É necessário um trabalho focado em ritmo, mudanças de direção e velocidade, prevenção de quedas, estímulos cognitivos associado aos movimentos, melhora do balance postural, treino de transferências e de marcha.
A terapia ocupacional e fonoaudiologia também complementam a reabilitação.
É fundamental que a família esteja envolvida no tratamento da doença de Parkinson, entendendo a evolução dos sinais e sintomas, encorajando a realização de atividades em casa, fornecendo um suporte social adequado e assim garantindo maior qualidade de vida.
Atente aos sintomas e procure uma equipe capacitada para conduzir adequadamente o tratamento da Doença de Parkinson. Quanto mais precoce o diagnóstico e as intervenções, maior a sobrevida e manutenção da independência e autonomia.
